19 de janeiro de 2026
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Sensibilizar, preparar e compartilhar experiências sobre as medidas preventivas contra o uso de drogas. Esses foram os objetivos da formação para coordenadores e colaboradores da equipe do Curso G9: “Prevenção às drogas - Um olhar atento sobre o ambiente escolar”. A capacitação ocorreu em 7 de abril.
O gestor terapêutico da Comunidade Terapêutica Vale das Águas, Carlos de Almeida Barros Neto, contou suas experiências e orientou os profissionais a reconhecer potenciais usuários e as medidas para se evitar as drogas. “O adolescente precisa de atenção e acompanhamento, tanto na escola quanto em casa. A prevenção é baseada no bom relacionamento que o indivíduo deve ter em todos os ambientes da sua vida. Quando esse deixa de existir ou é falho, abre espaço para o contato com o vício”, explicou.
Para Carlos Neto o assunto não pode ser tratado de forma velada. “É preciso falar abertamente sobre as drogas. Uma conversa franca com o adolescente, com a escola, com a família ou com o usuário é sempre a melhor forma de se lidar com o problema e com os riscos”, disse. “O aluno é o protagonista da situação; ele, principalmente, deve ser inserido na discussão. É importante que se acolha, traga para perto, gere confiança e dê suporte”, completou.
“Sabemos das dificuldades que os pais têm em conciliar o trabalho e outras tarefas com a disponibilidade em dar atenção a tudo que ocorre na vida dos filhos. Mas é fundamental que exista um trabalho colaborativo e abertura entre a família e a escola”, disse a coordenadora pedagógica do Ensino Fundamental II, professora Estela Maria de Oliveira. “O adolescente é muito influenciável, necessita de apoio emocional e orientação”, disse.
A coordenadora pedagógica do Ensino Médio e Pré-vestibular, professora Marcia Gil de Souza, ressaltou a complexa rede que deve ser mobilizada para atuar na prevenção. “Nós convivemos com os alunos grande parte do seu dia na escola, os conhecemos bem e podemos observar o desenvolvimento do comportamento e do desempenho escolar. São fatores muito importantes para constatar problemas na vida do adolescente”, contou Marcia Gil.
“A partir desses indícios abrimos diálogo direto com o aluno para compreender o que está acontecendo. Ao mesmo tempo, é nosso dever acionar a família e encaminhar a profissionais qualificados para cada tipo de problema: psicólogos, assistentes sociais, grupos de apoio ou outros terapeutas”, completou Marcia Gil.
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